Brisas e brisas, brisas

Publicado: fevereiro 25, 2013 por slyfer052 em cronicas
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As luzes distantes perdiam a nitidez, e voltavam quase desaparecendo pela distância. Pelo ar? O ar úmido não soprava. Parado, perdido. Fresco.

O céu num preto eterno, se perdia numa estranha imensidão. Enquanto isso, algumas bitucas de cigarro estacionavam ao chão rachado da calçada. Mudando a tonalidade do ar que subia…

Meus pés sentiam as pequenas pedras do chão, não doíam. Ái!

Os cachorros latiam ao ver outro vira-lata passar pela rua. Que guerra…

E o horizonte continuava, na  escuridão eterna…

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